segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Acusações infundadas contra missionários são retiradas da Internet


O Departamento de Comunicação da FUNAI, tomando conhecimento de que acusações imputadas a membros da Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB) que atuaram entre a população indígena Zo’é, no estado do Pará, já foram investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Santarém e consideradas improcedentes, decidiu retirar de seu website as matérias que continham algum tipo de declaração acusatória.
Isso porque em documento protocolado pela MNTB em 07/08/2010 requerendo direito de resposta, foi anexado relatório da Polícia Federal com a declaração oficial de que: “Pelo exposto, esta autoridade não encontrou provas suficientes para que pudesse concluir que a presença da MNTB na região teria ocasionado ...” danos à população Zo’é (IPL085/1998-DPF.B/SNM/PA) e, comprovada a inocência dessas pessoas o Ministério Público Federal requereu “O arquivamento do feito, pois que não comprovados os crimes previstos no art. 121, caput, CP, e crimes previstos no art. 267 e 268, imputados de início, a membros da MNTB.” (Processo n. 2000.39.02.001859-0), sendo a mesmo arquivado pela Justiça Federal em 27 de fevereiro de 2004.
Essa iniciativa foi por demais importante, pois abre caminho para que outros websites e blogs que copiaram as referidas informações diretamente do site da FUNAI, acreditando tratar-se de dados oficiais e atualizados, refaçam suas colocações e não continuem caluniando e difamando pessoas inocentes como vem acontecendo. Posto que essas acusações não têm mais nenhuma fundamentação, entende-se que qualquer declaração com esse teor configura-se claramente como ofensa e injúria a pessoas inocentes e um sério desrespeito a uma decisão judicial.
Também acreditamos que, a partir desses esclarecimentos, os leitores que foram influenciados por essas matérias possam reelaborar o seu conceito sobre as agências missionárias evangélicas atuantes entre os povos indígenas, pois o resultado de atuação dessas missões junto às populações indígenas é muito diferente do que a mídia sensacionalista tem procurado passar. E isso não foi diferente entre os Zo’é, como se pode ler nos relatórios dos próprios médicos da Funai que visitaram a tribo durante o tempo em que a MNTB prestava-lhes assistência, disponíveis aos interessados em conhecer a verdade sobre essa questão.
Na verdade, foi o trabalho incansável dos missionários no cuidado à saúde desse povo, o fator preponderante para que fossem salvos da extinção à que já estavam fadados, devido à malária já existente entre eles antes do contato. Relatórios e censos demográficos sobre essa etnia apontam que a população zo'é cresceu de 119 pessoas no primeiro censo elaborado pela MNTB para 136 em apenas 04 anos de atuação da Missão entre eles. Hoje, segundo censo da Fundação Nacional de Saúde, já são mais de 250 pessoas, resultado que alegra a todos os que contribuíram para que isso se tornasse realidade.


sábado, 8 de junho de 2013

Índios Zo'é são vítimas de hepatite viral

Sespa realiza ação contra as hepatites em aldeia indígena

15/04/2013
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Da Redação
Agência Pará de Notícias
ASCOM
Membros da Coordenação Estadual de Hepatites Virais da Sespa durante a ação na aldeia de Cuminapanema, no município de Óbidos
ASCOM
Foram realizadas 262 sorologias com o método de teste rápido para detecção dos tipos A, B, C e D, atingindo 98% da população.
Membros da Coordenação Estadual de Hepatites Virais da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) realizaram ação de sorologia para detecção de hepatites virais na aldeia de Cuminapanema, etnia Zo'é, no município de Óbidos, oeste do Estado. A iniciativa foi necessária em função do surto de hepatite A no lugar, que registrou 14 casos confirmados por meio de investigação epidemiológica que já vinha acontecendo desde dezembro de 2012.
O atendimento foi orientado pelo médico Erik Jennikins, do Ministério da Saúde, e pela médica Márcia Iasi, hepatologista da Coordenação de Hepatites Virais da Sespa. A atividade contou com a participação de técnicos do Instituto Evandro Chagas, do Distrito Sanitário Especial Indígena Guamá-Tocantins (Dsei Guatoc) e do enfermeiro Clebson Printes, responsável técnico do Polo Indígena de Santarém e foi realizada nos dias 6 e 7 deste mês.
A coordenadora estadual de Hepatites Virais, Cispalpina Cantão, informa que durante os dois dias de ação da Sespa foram realizadas 262 sorologias com o método de teste rápido para detecção dos tipos A, B, C e D, atingindo 98% da população. O paciente que apresentar resultado positivo para as hepatites será encaminhado para tratamento. Até o momento, 90 novos casos de hepatite A foram detectados. Nos próximos dez dias, o Instituto Evandro Chagas ainda emitirá um laudo com o resultado das sorologias para os demais tipos da doença.
Durante as atividades, a população indígena participou de palestras educativas, recebeu orientações básicas sobre saúde e fez a coleta sorológica para as hepatites B, C e D. Segundo Cisalpina Cantão, a finalidade é fortalecer as ações de combate à doença nas comunidades indígenas, dar condições de prevenção para este agravo, além de contribuir para o planejamento de outras ações. “Nosso objetivo é informá-los sobre a importância do exame sorológico e, assim, evitar a evolução desta doença para cirrose ou até mesmo o câncer de fígado”, afirmou.
Não é a primeira vez que a Coordenação de Hepatites Virais da Sespa realiza pesquisas sorológicas em aldeias indígenas. Em março de 2012 foram feitas 279 pesquisas sorológicas para as hepatites B, C e D, sendo 239 na Aldeia Gorotire Kayapó e 40 testes na Aldeia Ladeira, no município de Cumaru do Norte, sudeste paraense. De acordo com Cisalpina, o diagnóstico precoce para as hepatites é de suma importância, pois a doença geralmente é silenciosa. Na maioria dos casos os sintomas não aparecem e quando ocorrem, já em fase crônica, os sintomas mais comuns são cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômito, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

Texto:
Mozart Lira - Sespa
Fone: (91) 4006-4823 /
Email: ascomsespa@gmail.com

Secretaria de Estado de Saúde Pública
Av. Conselheiro Furtado nº 1597 Cremação - CEP: 66040-100
Fone: (91) 4006-4809 / 4803

Site: www.sespa.pa.gov.br Email: gabinete.sec@sespa.pa.gov.br

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Acusações infundadas contra missionários são retiradas da Internet


O Departamento de Comunicação da FUNAI, tomando conhecimento de que acusações imputadas a membros da Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB) que atuaram entre a população indígena Zo’é, no estado do Pará, já foram investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Santarém e consideradas improcedentes, decidiu retirar de seu website as matérias que continham algum tipo de declaração acusatória.

Isso porque em documento protocolado pela MNTB em 07/08/2010 requerendo direito de resposta, foi anexado relatório da Polícia Federal com a declaração oficial de que: “Pelo exposto, esta autoridade não encontrou provas suficientes para que pudesse concluir que a presença da MNTB na região teria ocasionado ...” danos à população Zo’é (IPL085/1998-DPF.B/SNM/PA) e, comprovada a inocência dessas pessoas o Ministério Público Federal requereu “O arquivamento do feito, pois que não comprovados os crimes previstos no art. 121, caput, CP, e crimes previstos no art. 267 e 268, imputados de início, a membros da MNTB.” (Processo n. 2000.39.02.001859-0), sendo a mesmo arquivado pela Justiça Federal em 27 de fevereiro de 2004.

Essa iniciativa foi por demais importante, pois abre caminho para que outros websites e blogs que copiaram as referidas informações diretamente do site da FUNAI, acreditando tratar-se de dados oficiais e atualizados, refaçam suas colocações e não continuem caluniando e difamando pessoas inocentes como vem acontecendo. Posto que essas acusações não têm mais nenhuma fundamentação, entende-se que qualquer declaração com esse teor configura-se claramente como ofensa e injúria a pessoas inocentes e um sério desrespeito a uma decisão judicial.

Também acreditamos que, a partir desses esclarecimentos, os leitores que foram influenciados por essas matérias possam reelaborar o seu conceito sobre as agências missionárias evangélicas atuantes entre os povos indígenas, pois o resultado de atuação dessas missões junto às populações indígenas é muito diferente do que a mídia sensacionalista tem procurado passar. E isso não foi diferente entre os Zo’é, como se pode ler nos relatórios dos próprios médicos da Funai que visitaram a tribo durante o tempo em que a MNTB prestava-lhes assistência, disponíveis aos interessados em conhecer a verdade sobre essa questão.

Na verdade, foi o trabalho incansável dos missionários no cuidado à saúde desse povo, o fator preponderante para que fossem salvos da extinção à que já estavam fadados, devido à malária já existente entre eles antes do contato. Relatórios e censos demográficos sobre essa etnia apontam que a população zo'é cresceu de 119 pessoas no primeiro censo elaborado pela MNTB para 136 em apenas 04 anos de atuação da Missão entre eles. Hoje, segundo censo da Fundação Nacional de Saúde, já são mais de 250 pessoas, resultado que alegra a todos os que contribuíram para que isso se tornasse realidade.

Fonte:http://www.indigena.org.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=40:acusacoesretiradasinternet&catid=3:artigos